Sunday, August 05, 2007

Bang Bang Blues - Anjo Torto

E aí galera....

Saindo do forno, quase que queimou de tanto tempo que está no forno.... mas já temos a primeira música pronta.

Bang Bang Blues

Basta baixar no link abaixo.

http://rapidshare.com/files/47194513/BANG_BANG_BLUES.mp3

Obs: desabilite o download acelerator,pois costuma dar conflito.

Tuesday, July 31, 2007

Meditação com Música

Vivemos em um mundo conturbado, onde lutamos sempre contra o relógio. O tempo parece estar sempre contra nós. Estamos sempre correndo apressados para chegar aos compromissos, isso quando não ficamos presos em engarrafamentos. Nossos trabalhos e afazeres nem sempre são aqueles de que realmente gostamos. O mundo moderno tornou-se uma fábrica de estresse e se não nos cuidarmos podemos ser dominados por ele.
Às vezes é necessário esquecer um pouco essas tribulações e voltar-se para si mesmo. Reservar alguns minutos para meditação pode ser um bom caminho para este encontro.
Essa é uma meditação dirigida por acompanhamento musical.

Sente-se ou deite-se confortavelmente e coloque a sequencia musical, que vem no CD anexo, para tocar. Durante os 5 primeiros minutos tente acompanhar com a respiração o ritmo da música. Lentamente inspire 4 tempos e expire 4 tempos. Neste caso é muito importante manter a respiração cadenciada. Procure manter a concentração apenas no ritmo respiratório até que se torne natural.

Na segunda música detenha a atenção apenas sobre a melodia, harmonize-se com ela. Repare como os instrumentos se sobrepõem e se complementam, repetindo-se constante e ciclicamente.

Na terceira e última música, simplesmente relaxe. Procure deixar a mente completamente receptiva. Torne-se um observador passivo.

Ao final desta meditação mantenha-se alguns minutos em silêncio.

Cada uma das músicas deste CD possui uma função específica para este exercício de meditação.
A primeira regula o ritmo respiratório, a segunda possui uma estrutura simbólica, pois é composta de 21 compassos ternários, completando portanto 3 grupos de 7 compassos, sendo que esses grupos harmonizam-se, seja de forma direta, seja de forma inversa. E a terceira é uma pequena peça orquestrada com diversos climas e nuances, que pode estimular a imaginação.
Maiores explicações na primeira faixa do CD, que é de distribição gratuita e parte integrante do exemplar de julho e agosto do Oratório, Informativo bimestral da Heptada Martinista São Gonçalo AMORC.

Faixa 1 - Explanação
Faixa 2 - Pentagrama
Faixa 3 - Rotatória
Faixa 4 – Nuances

Para ouvir estas músicas visite o link abaixo, faça o download e descompacte os arquivos.

http://www.4shared.com/dir/37717035/2dabaf01/meditao_com_musica.html



Rotatória, Uma Música Circular

Este é um trabalho de composição, baseado no Duplo Cânon circular de Jackes Cellier, um organista e místico do século XVI..
Esta música é inspirada no simbolismo místico, cuja intenção é estimular a mente subjetiva. Sendo uma composição de estrutura ternária, 3 tempos por compasso, contendo 21 compassos, divididos em 3 grupos de 7, fazendo uma referencia aos ciclos da vida.
A particularidade especial desta composição é que ela pode ser tocada sobrepondo-se os grupos de compassos, a partir do início de cada um dos ciclos. Podendo ser tocada em até 3 vozes no sentido direto dos ponteiros do relógio, como também no sentido inverso, funcionando da mesma forma. Portanto podem ser tocadas até 6 vozes simultâneas, sendo 3 no sentido direto, cantando, e 3 no sentido inverso, descantando.
O canto e o descanto harmonizam-se perfeitamente entre si, podendo ser tocados infinitamente, como dois oroboros invertidos, ou seja, duas serpentes que engolem o próprio rabo, nesse caso formando o grifo do infinito, o universo em movimento constante. "Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação".
Pode representar também as fases da vida: nascimento, juventude, maturidade, velhice e morte. Desta forma:
Nascimento – O momento inicial da música, no gráfico o ponto I.
Juventude – O primeiro ciclo de 7 compassos, do ponto I ao II.
Maturidade – O meio da música com todos os sons sobrepondo-se gradualmente, num crescendo que evoca a evolução. Incluindo canto e descanto.
Velhice – Os últimos 7 compassos do descanto, do ponto II ao I.
Morte – O momento final da música, idêntico ao momento inicial, implicando em um recomeço.
A lei do triângulo também está implícita em sua estrutura ternária, como também o axioma cabalístico "O que está em cima é como o que está em baixo", no sentido de que o ponto III é um reflexo do ponto II, que é um reflexo do ponto I. Por isso há um Selo de Salomão em cada um dos lados do triângulo, indicando que os dois sentidos se harmonizam. O simbolismo do número 7, e do numero 21 estão evidenciados pela contagem dos compassos, e cercando todo o gráfico um octógono, para gerar estabilidade em todo o circuito. Como a lei de causa e efeito, como o Arcano 8, um Ajustamento da Natureza, um equilíbrio de opostos.


Informações técnicas:

Conforme marcado no gráfico, começa-se a execução da partitura à partir do ponto I, ao chegar no ponto II, outra voz repete o ponto I à partir do ponto II, e ao chegar no ponto III, uma terceira voz inicia também o ponto I à partir do ponto II, seguindo assim simultaneamente essas três vozes.
Pode também ser tocada no sentido inverso, começando também no ponto I mas lendo a partitura no sentido inverso dos ponteiros do relógio, repetindo-se uma outra voz no ponto III, e uma terceira voz no ponto II.
Mas para que o simbolismo da composição possa ser completo, ela deve ser tocada sobrepondo-se as 6 vozes, iniciando-se o sentido inverso ao se completar dois ciclos inteiros da primeira voz, mantendo-se as 6 vozes juntas por pelo menos um ciclo completo, devendo-se à partir daí silenciar uma a uma as vozes diretas ciclo por ciclo, e depois silenciar também ciclo por ciclo as vozes inversas, até que reste somente um ciclo de 7 compassos no sentido inverso para que termine a música.
O ideal é que seja usada uma contagem de 112 BPM, e os instrumentos podem ficar à critério do executante. Usei nesta gravação timbres sintetizados de cordas no sentido direto, e no sentido inverso, sons de vozes góticas, flauta e um efeito chamado Hi-bias, todos sintetizados, usando recursos caseiros de gravação em computador.
OBS: Conforme indicação na pauta, do 8º ao 14º compassos deve ser lido uma oitava acima.


Com votos de Paz Profunda
São Gonçalo, 30 de novembro de 2005

Ricardo Knupp, GLP - 330623 PM
Para ouvir a música baixe-a nesste link abaixo:

http://www.4shared.com/dir/37717035/2dabaf01/meditao_com_musica.html

Wednesday, October 19, 2005

Rosa Rubra

Vejo a minha frente em um jardim florido
Uma bela rosa rubra
intocada, virginal
esperando o momento de ser colhida
Pra fazer jus ao viver.

Desabrochar ao coração de alguém
Com os braços abertos
Pulmões alerta ao ar que vence a latência
Que se inspira na rosa
Que ensina a partilhar
Que cede em beleza o que recebe em harmonia.

Ao Sol ao Luar
De Leste à Oeste
Só há Sombra porque há Luz
Luz que inspira a Vida
Vida que se torna Amor
Amor que é a própria Luz.

VOTO DO ABISMO

Eu ando olhando para o céu
e esqueço
De ollhar para mim.

Tenho tantas milhas e esqueço
de seguir
Minhas trilhas.

Estou ante um precipício prestes a me jogar
Um abismo infinito onde o eu não tem lugar
Cada ato, cada cena,
Toda fala, todo Som,
Identifica uma luz e não é neon.

Num único verso a vida se faz presente
preenche cada momento
Magia que envolve a gente
Vontade verdadeira
Nunca faz voltar atrás
Cedo ou tarde o sabor do vinho se faz.


OBS: para o Magister Templi que fez o voto de
interpretar todo fenômeno como um trato particular entre Deus e sua alma.

Tuesday, September 07, 2004

A Estrela Polar (Aleister Crowley)

Sunday, September 05, 2004

Sérgio Gallo

Segio Gallo é um poeta cujo trabalho veio parar recente em minhas mãos através de um amigo. Sua forma de escrever me fascinou, o misticismo intrinseco em seu trabalho, o simbolismo incrustado em cada poema, em cada verso.

Breve postarei mais poemas dele....
Fragmento de Sérgio Gallo

Friday, September 03, 2004

Poema escrito para minha ex-esposa

Teu Sorriso
Tres Sóis E Um Chapéu
arvore da vida

QABALAH

OBS: (Texto retirado do "Livro de Thoth" de Aleister Crowley)

O assunto a seguir é a Santa Qabalah. É uma matéria muito simples e não apresenta dificuldades à mente inteligente ordinária. Há dez números no sistema decimal, havendo uma razão autêntica para que devam ser dez números, e somente dez, num sistema numérico que não é meramente matemático, mas filosófico.

Essa figura representa a Árvore da Vida, a qual é um mapa do universo. Deve-se começar, como o faria um matemático, com a idéia do zero, zero absoluto, que examinado se mostra significativo de qualquer quantidade que se possa escolher, mas não, como em princípio poderia supor o leigo, do nada no sentido vulgar da palavra, de ausência de alguma coisa.

Os qabalistas expandiram essa idéia do nada e obtiveram uma segunda espécie de nada, a que chamaram de Ain Sof - "Sem Limite" (idéia aparentemente não dessemelhante daquela de espaço). Decidiram, então, que, para interpretar essa mera ausência de qualquer modo de definição, seria necessário postular o Ain Sof Aur - "Luz Ilimitada". Assim, parece que eles queriam dizer exatamente o que os homens de ciência do período vitoriano queriam dizer, ou pensavam que queriam dizer, pela expressão "Éter Luminífero" (o continuum espaço-tempo ?)
Tudo isso é evidentemente sem forma e vazio; são condições abstratas e não idéias positivas. O passo seguinte tem que ser a idéia de posição. É preciso formular esta tese: se há alguma coisa exceto o nada, tem que existir dentro dessa luz ilimitada; dentro desse espaço; dentro desse Nada inconcebível, que não pode existir como nada, mas tem que ser concebido como um nada criado da aniquilação de dois opostos imaginários. Assim aparece o ponto, que não tem "nem partes nem magnitude, mas somente posição".

Contudo, posição não significa coisa alguma, a não ser que haja alguma coisa a mais, alguma outra posição com a qual ela possa ser comparada. Tem-se que descrevê-la, e o único modo de fazê-lo é possuir um outro ponto, o que significa que é preciso inventar o número dois, tornando possível a linha.
Mas essa linha não significa realmente muito, porque não existe ainda medida de comprimento. O limite do conhecimento neste estágio é que há duas coisas, de modo que se pode falar sobre elas, mas não se pode dizer que estão uma próxima da outra ou que estão muito apartadas; é-se apenas capaz de dizer que estão distantes. Para efetivamente discernir-se entre elas, é necessário que haja uma terceira coisa. Precisamos ter um outro ponto. Tem-se que inventar a superfície; tem-se que inventar o triângulo. Ao fazer isto, a propósito, a totalidade da geometria plana surge. É-se capaz de dizer agora: - "A está mais próximo de B do que A está de C".
Mas, até agora, não há nenhuma substância em quaisquer dessas idéias. Na verdade, não há quaisquer idéias, salvo a de distância e talvez a de intermediariedade e a de medição angular, de sorte que a geometria plana, que agora existe em teoria, é, afinal de contas, completamente dispersiva e incoerente. Não houve nenhuma aproximação da concepção de uma coisa realmente existente. Tudo que se realizou foi a fabricação de definições, e tudo num mundo puramente ideal e imaginário.
Agora, então, vem o abismo. Não se pode avançar mais no ideal. O próximo passo tem que ser o real; ao menos, uma abordagem do real. Há três pontos, mas nenhuma idéia de onde qualquer um deles está. Um quarto ponto é essencial, e este formula a idéia de matéria.
O ponto, a linha, o plano. O quarto ponto, contanto que não esteja no plano, produz o sólido. Caso se queira saber a posição de qualquer ponto, tem-se que defini-lo pelo emprego de três eixos coordenados: - "São tantos metros da parede norte, e tantos metros da parede leste, e tantos pés do piso."
Assim, desenvolveu-se do nada um algo do qual se pode dizer que existe. Chegou-se à idéia de matéria. Mas esta existência é excessivamente tênue, pois a única propriedade de qualquer ponto é sua posição em relação a certos outros pontos; nenhuma mudança é possível; nada é capaz de acontecer. Portanto, ao se analisar a realidade conhecida, deve-se postular uma quinta idéia positiva, que é aquela do movimento.
A idéia de movimento implica na de tempo, pois somente através do movimento, e dentro do tempo, pode qualquer evento ocorrer. Sem essa mudança e seqüência, nada é capaz de ser o objeto dos sentidos (cumpre observar que este número 5 é o número da letra Hé no alfabeto hebraico; esta é a letra tradicionalmente consagrada à Grande Mãe; é o útero no qual o Grande Pai - que é representado pela letra Yod, a qual é a representação pictórica de um ponto último - se move e gera a existência ativa).
É possível, agora, ter-se uma idéia concreta do ponto; e, finalmente, esse é um ponto capaz de ser auto-consciente, porque pode ter passado, presente e futuro. É capaz de definir a si mesmo em termos das idéias anteriores. Eis aqui o número seis, o centro do sistema: auto-consciente, capaz de experiência.
Neste estágio, convém afastarmo-nos por um momento do simbolismo estritamente qabalístico. A doutrina dos próximos três números (para algumas mentes, ao menos) não é expressa com muita clareza. É mister olhar para o sistema Vedanta, rumo a uma interpretação mais lúcida dos números 7, 8 e 9, embora tal interpretação corresponda muito estreitamente às idéias qabalísticas. Na análise hindu da existência, os rishis (sábios) postulam três qualidades: Sat, a essência do próprio ser; Chit, o pensamento ou intelecção; e Ananda (usualmente traduzido por bem-aventurança, êxtase), o prazer experimentado pelo ser no desenrolar dos eventos. Esse êxtase é evidentemente a causa estimulante da mobilidade da pura existência. Explica a hipótese da imperfeição por parte da Perfeição. O Absoluto seria nada, permaneceria na condição de nada; portanto, a fim de ser consciente de suas possibilidades e gozá-las, precisa explorar essas possibilidades. Pode-se inserir aqui um enunciado paralelo dessa doutrina, encontrada no documento chamado O Livro do Grande Auk para capacitar o estudante a considerar a posição do ponto de vista de duas mentes diferentes.
"Todos os elementos devem, numa ocasião, ter estado separados - nesse caso, haveria intenso calor. Quando os átomos atingem o sol, obtemos aquele calor imenso, extremo, e todos os elementos são eles mesmos, novamente. Imagine que cada átomo de cada elemento possua a memória de todas as suas aventuras. A propósito, esse átomo, fortalecido com a memória, não seria o mesmo átomo; e, no entanto, ele o é, porque nada ganhou de qualquer lugar, exceto essa memória. Conseqüentemente, pelo lapso do tempo e em virtude da memória, uma coisa seria capaz de se tornar alguma coisa a mais do que ela mesma, tornando-se, assim, possível um desenvolvimento real. Vê-se, então, uma razão para qualquer elemento decidir passar por essa série de encarnações, porque assim, e somente assim, pode ele prosseguir; e sofre o lapso da memória que tem durante essas encarnações porque sabe que passará inalterado.
"Portanto, você pode ter um número infinito de deuses, individuais e iguais, embora diversos, cada um supremo e inteiramente indestrutível. Esta é, também, a única explicação de como um ser poderia criar um mundo no qual a guerra, o mal, etc. existem. O mal é apenas uma aparência, porque (como o bem) não é capaz de afetar a própria substância, mas somente multiplicar suas combinações. Isto é algo idêntico ao monoteísmo místico, mas a objeção a essa teoria é que Deus tem que criar coisas que são todas partes d’Ele mesmo, de maneira que a interação delas é falsa. Se pressupomos muitos elementos, sua interação é natural."
Essas idéias de ser, pensamento e êxtase constituem as qualidades mínimas possíveis que um ponto precisa possuir para ter uma experiência sensível e real de si mesmo. Correspondem aos números 9, 8 e 7. A primeira idéia de realidade, tal como conhecida pela mente, é portanto conceber o ponto como se constituído por aqueles nove desenvolvimentos sucessivos, anteriores ao zero. Aqui, então, finalmente está o número dez.
Em outras palavras, para descrever a realidade sob forma de conhecimento é preciso postular essas dez idéias sucessivas. Na Qabalah são chamadas de Sephiroth, o que significa Números. Como se poderá ver na seqüência, cada número possui um significado própria; cada um corresponde a todos os fenômenos, de uma maneira tal que sua disposição na Árvore da Vida (v. diagrama) é um mapa do universo. Esses dez números são representados no Tarô pelas quarenta cartas menores.

Thursday, September 02, 2004


INFINITO Posted by Hello

Infinito Distante

Infinito Distante
Limite do Universo
Incompreensão Infante
Estrela Longínqua
De Meu Corpo Inerte.

Procura-se o Tempo
Acha-se Loucura
Que Se Vai Com O Vento
Além Dos Horizontes
Terra Escondida
Sua Alma é Que Sente.

Mar de Prata

Mar de prata
Reflete a vida
A luz de fato
Revela a ferida.

Surge ao longe
Cruz branca da paz
Flores violeta ao que tange
Na manhã se faz.

Silencio noturno
Sombras que se afastam
Vem distante e soturno
Leve sonho me basta.

Monday, August 30, 2004

POESIA CONCRETA

PARAÍSO

Extremamente alto
Muito alto
Mais alto
Alto
Lateral superior esquerda lateral superior direita
Esquerda Centro direita
Lateral inferior esquerda lateral inferior direita
Baixo
Mais baixo
Muito baixo
Extremamente baixo

INFERNO

Sunday, August 29, 2004

Retórica da Manhã

Aquela manhã brilhava com os raios de sol
Refletidos nas águas cristalinas
Nas pedras cálidas em meditação
Mas eu, por dentro d’alma, rebatia toda aquela gloria
Em legitima interpretação da mais pura e exata Natureza
Fugia do que se dizia ser
A perfeita realidade existente na cidade.

Assim, sinto-me sendo quem não sou
Vivendo o que não sei
Sorrindo sem saber o porquê
Correndo sem direção ao caminho errado
Longe dos buquês perfumados dos mais fortes matizes
Perseguindo um "nonsensedream"
Numa caça às perdizes
Perdido sem horizonte
Totalmente distante, longe demais
À mil léguas submarinas, atmosféricas ou terrestres
Sorrindo sem saber o porquê!!!

OBS: Escrito há tempos, hoje tenho outros sentimentos.

Sexta Esfera

Quando eu partir quero ir pro Sol
Espalhar-me aos quatro ventos
Ou mais se puder.

De lá, plenamente existir, contar as estrelas e descobrir.
O que é é o que não há!

Agora!!!

Resistir ao calor por ser calor - Irradiar pelo universo
Resistir ao frio por ser frio - Limites do universo
Ser o início e o fim - Intrínseco ao universo
Estar no meio do nada - Onde 2 = 0

Contar até seis sem saber ou perceber
Nessa esfera se espera e se esmera
Ao que é belo sendo o falo
À rosa sendo a taça
Criando e recriando
Gerando e gerando
Lá e aqui, mais lá menos aqui
Terefit, seu nome no reverso da medalha
Magnil dentro do espelho.

Outro Lugar

Outro lugar
Nova história de novo
Para encontrar
Templos, arte, mentiras
Língua à falar
Muda o curso da vida
Que gira em intrigas
E gera um lugar.

Faço o que quero
Bebo e glorifico
Sem entornar
Ou esvaziar
Na lei do amor
Amar é querer.

Vida é busca
Um caminho
Horizontes, planícies
Novos Ares
Juventude
Transformar o bruto
Lapidar o granito
Encontrar o seu brilho.

Um ypsilon
Um xis
Sempre escolhas
Talvez erradas
Voltar em zeros
Perceber a estrada
Nunca abandona-la.

Solicitar uma parada
Um tempo, mil tempos
Meu tempo não é seu tempo
Nesse templo tem promessa
Cuidado!!!
Crer nem sempre é ver
Ter nunca é poder.

Entender o caminho
Conhecer pode ser
Perder para ganhar
Conquistar o seu lugar
No ombro a espada
No punho a retidão
Os pés estão na estrada.